Se você quer sair do zero e tocar suas primeiras músicas sem enrolação teórica, o Método Barzotto entrega o que promete. As aulas são curtas, diretas e pensadas pra quem tem pouco tempo -tipo aquele estudo no intervalo do almoço ou antes da novela.
Onde ele brilha: progressão passo a passo, foco em levadas que “soam música” logo cedo e suporte presente do próprio professor.
Onde pode não ser sua praia: se você busca aula ao vivo toda semana, leitura de partitura formal ou repertório erudito, talvez outro caminho seja melhor.
Pra quem é: iniciantes e “retornantes” (quem parou e quer voltar), gente que prefere estudar no próprio ritmo e gosta de vídeo-aulas objetivas.
Pra quem não é: quem quer mentoria em grupo ao vivo, trilha muito teórica ou aprofundar em leitura tradicional.
Resumo do resumo: quer tocar sem drama e com orientação clara? Vai fundo. Quer conservatório vibes? Aí é outra avenida.
Sobre o curso e o professor
O Método Barzotto é um curso online de violão criado pelo professor Elvis Barzotto, figura ativa nas redes, com aquela didática pé-no-chão que fala a sua língua.
A proposta é simples: aulas gravadas, curtas, em ordem lógica (do básico ao intermediário), com exercícios práticos e exemplos que você reconhece de ouvido.
Nada de jargão pra te deixar com cara de 🤔; a ideia é “aperta aqui, muda o acorde ali” e vambora.
O ambiente de estudo é daqueles que você entra, sabe exatamente por onde começar e o que vem depois. Normalmente rola espaço pra tirar dúvidas e receber orientação (aquele empurrãozinho quando a pestana teima em chiar).
Em vez de te afogar em teoria, o curso prioriza mão na massa: primeiro soar bonito, depois entender o porquê, do jeitinho que ajuda a manter a motivação quando os dedos começam a pedir arrego.
Em uma frase: é um curso pensado para a vida real; pouco tempo, muita vontade de tocar; com um professor presente e linguagem simplificada e acessível.
Pontos fortes
O grande charme do Método Barzotto é a objetividade. As aulas são curtinhas, diretas ao ponto e vêm em uma sequência que faz sentido até pra quem ainda luta pra não abafar a corda de baixo com o dedo mindinho.
Você entra, vê “o que fazer hoje”, pratica 10 -15 min e já sente que algo andou. Essa sensação de avanço rápido é ouro para quem estuda no intervalo do trabalho ou entre uma tarefa e outra.
Outro ponto é a didática pé-no-chão. O professor fala como a gente fala: menos palavrão técnico, mais “faz assim, ouve isso, repara aqui”. O foco é botar a mão nas cordas e tocar música cedo, com levadas que encaixam em repertório popular.
A experiência no celular costuma ser tranquila. O player carrega bem, dá pra pausar, voltar 10s, repetir o trecho “traidor” quantas vezes precisar e, quando rolam PDFs/apoios, eles ajudam a fixar sem virar uma pilha de teoria.
No bolso, fecha a conta do custo-benefício. Por não depender de mensalidade, é aquele tipo de curso que você paga uma vez e revisita a hora que quiser, inclusive quando bate a fase “travei, socorro”.
Pontos fracos / limitações
A proposta é prática e direta, o que é ótimo, mas quem curte mergulhar no oceano da teoria (leitura tradicional, análise harmônica aprofundada, escrita em partitura) pode sentir falta de densidade acadêmica.
O curso prioriza tocar e entender “o necessário pra tocar”, não virar bibliotecário de tratados de música, então essa turma talvez precise complementar com materiais mais teóricos.
Em técnica avançada, a base está lá: acordes, trocas, levadas, primeiros passos de pestana. Mas se o seu alvo imediato é fingerstyle elaborado, chorinho com voicings caprichados, jazz com tensões por todo lado ou repertório erudito, vai bater no teto mais cedo e vai precisar de trilhas paralelas específicas. É uma limitação esperada de cursos voltados ao iniciante.
Outro ponto é a cobertura por estilos. O eixo pop/rock/sertanejo tende a aparecer, o que é ótimo pra maioria , só que nichos como samba-choro, bossa mais refinada, gospel com rearmonização, metal ou jazz modal não costumam receber o mesmo carinho em profundidade. Se o seu coração mora nesses estilos, vale prestar atenção nesse detalhe.
Conclusão
Se o seu plano é tirar som bonito nas próximas semanas, com rota clara e metas curtinhas, este método encaixa bem. Ele favorece quem gosta de aprender fazendo, com autonomia e foco no que rende resultado audível rápido.
Agora, se o seu objetivo passa por aprofundar linguagem específica (ex.: estilos muito particulares) ou por conteúdo com mais teoria, o caminho ideal é quem sabe buscar outro curso que temos na nossa lista.
Pra decidir sem drama, faça um teste simples por 1 semana: defina 20 minutos diários, escolha uma sequência de acordes e uma batida, grave um áudio no dia 1 e outro no dia 6.
Se você percebe evolução clara de fluência e regularidade rítmica, é sinal verde. Se a mão direita ainda emperra e nada “encaixa”, considere ajustar a rotina ou buscar um complemento focado no seu gargalo.
Resumo do jogo: quer tocar sem cerimônia e ver progresso palpável no curto prazo? Aperta o play e segue o baile e faz logo sua matrícula no curso Método Barzotto.